Gianecchini teve alta depois de seu Linfoma de Células T


Gianecchini teve alta depois de seu Linfoma de Células T

Gianecchini teve alta depois de seu Linfoma de Células T

Reynaldo Gianecchini recebeu alta do Hospital Sírio Libanês na tarde deste sábado dia 13 de novembro 2011, mesmo dia em que o ator e modelo completa 39 anos. Desde quarta-feira Reynaldo Gianecchini estava internado para continuar o tratamento contra seu linfoma de células T uma variação do  linfoma não-Hodgkin. Ele foi diagnosticado com esse linfoma no início de agosto de 2011. Os linfomas ocorrem quando há um crescimento das células (neoplasias) malignas originadas nos linfonodos (gânglios), que são muito importantes no combate às infecções, comprometendo, portanto, a imunidade do organismo infectado.

Depois de vários exames, Reynaldo Gianecchini recebeu o resultado de ter um tipo de câncer ainda mais agressivo, o Linfoma de células T., que são as células fabricas na medula óssea e responsáveis pela imunidade do organismo. Afetando o sistema imunológico, o Linfoma de células T Não-Hodgkin pode causar lesões ósseas, manchas na pele, perda de peso e até mesmo se espalhar por outros órgãos.

Tratamento do Linfoma de Células T a variação do Linfoma não-Hodgkin

Porém, graças à ciência o sofrimento dos pacientes são aliviados através das práticas modernas que utilizam a tecnologia. No caso de linfoma de células T, por exemplo, o tratamento requer um esquema intensivo de quimioterapia. O paciente então tem altas doses de quimioterapia e intervalos curtos. Os médicos fazem isso para que se consiga ter mais sucesso na erradicação da doença. Dependendo do caso, pode-se implantar também radioterapia e até mesmo transplante de medula óssea.

Além disso, o paciente com linfoma de células T não precisa necessariamente ficar internado o tempo todo. Estando em boas condições, ele recebe alta (como ocorreu com Reynaldo Gianecchini), mas pode retornar ao hospital para se submeter a ciclos seguintes de quimioterapia. Os efeitos colaterais da quimioterapia podem ser indesejáveis e desagradáveis, dependendo da ocasião, e muitas vezes causam náuseas, vômitos, queda de cabelo (a mais comum), entre outras, embora o paciente possa passar por elas sem problema, principalmente se entender que a quimioterapia é bastante funcional.

Sintomas do Linfoma de Células T

Muita gente não sabe, mas pode ser muito fácil notar linfonodos aumentados no pescoço, axilas ou virilha. Eles também podem surgir próximo às orelhas, cotovelo, gargante ou às amídalas, embora nessas regiões seja mais infrequente. Basta fazer um movimento como se você massageasse seu pescoço com as pontas dos dedos. Entre os sintomas que um paciente com linfoma não-Hodgkin pode apresentar estão a febre, calafrios, suor exagerado (principalmente à noite), fadiga, perda de apetite ou perda de peso.

Outros sintomas além do aumento dos linfonodos do pescoço, axilas e/ou virilhas: sudorese noturna excessiva, prurido (coceira na pele) e perda de peso inexplicada.

Diagnóstico de linfoma não-Hodgkin

Gianecchini fez diversos exames para o diagnóstico do seu linfoma não-Hodgkin até descobrir que tinha o Linfoma de células T. Esses exames são fundamentais para determinar o tipo exato de linfoma do paciente e para dar uma base aos médicos e especialistas de como eles devem agir no tratamento. Além disso, é feita uma biópsia, de onde se retira uma pequena porção de tecido (em geral linfonodos) para que os médicos possam analisar em laboratório de anatomia patológica. Existem diversos tipos de biópsia empregada pelos médicos. Por fim, é fundamental uma relação de confiança entre médico e paciente nesse tipo de caso.

Prevenção de Linfoma não-Hodgkin

Prevenção de Linfoma não-Hodgkin

Prevenção do Linfoma de não-Hodgkin

Há um consenso entre os médicos sobre a prevenção de linfomas. Assim como outras formas de câncer, é importantíssimo se alimentar bem e de forma equilibrada, investindo em refeições ricas em nutrientes de verduras e frutas. É preciso também ter hábitos e comportamentos saudáveis para que as defesas do sistema imunológico não corra riscos e, assim, não desenvolva linfomas.

Não se estresse. O estresse crônico põe seu corpo em alerta e ativa uma adrenalina incomum, bagunçando seu sistema imunológico e fazendo com que ele fique mais vulnerável.

Evite poluição. Poluição excessiva afeta os nossos glóbulos brancos e, portanto, as nossas defesas, justamente pelo fato do ar poluído carregar consigo substâncias químicas prejudiciais à saúde em geral.

Não seja sedentário. O sedentarismo pode ocasionar diabetes, obesidade e hipertenção, três inimigos da imunidade. Por outro lado, um exercício moderado e regular — como uma caminhada de 30 minutos — aumenta o nível de leucócitos, célula do sistema imunológico responsável por combater infecções do organismo.

Durma bem. Dormir mal ocasiona mais estresse durante a noite e no dia seguinte, além de ocasionar desequilíbrio hormonal e até problemas cardíacos.

Cuidado com os vícios. O cigarro e a bebida alcoólica em excesso são capazes de devastar alguns de nossos órgãos e as nossas defesas.

Higiene. Pessoas que já tem a imunidade baixa ficam mais suscetíveis a bactérias presentes em lugares e objetos mal higienizados.

Com estas dicas acima você pode se previnir de ter um linfoma de células T, a variação do linfoma de não-Hodgkin que Reynaldo Gianecchini teve recentemente.



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